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Psicologia Clínica e Terapia Individual 2017-09-08T17:06:45+00:00

Terapia eclética. O que é?

A terapia eclética é activo e directiva, quando se trata de promover comportamentos positivos. Através da escuta activa, encoraja-se o paciente a compreender melhor a sua situação e gerir  alternativas, impulsionando-se a sua auto-estima para alcançar a resiliência e a obter esperança.

O paciente ganhará uma perspectiva diferente de como ir mais além, de tomar decisões, para crescer e se auto-desenvolver, fortalecendo-se as suas capacidades para enfrentar diferentes situações.

A expressão de emoções e pensamentos sobre problemas e a vida quotidiana é uma parte importante do processo terapêutico, bem como a relação de confiança entre o paciente e o terapeuta.

Qual é a duração média da terapia e quantas sessões irei precisar?

Poderá ir desde algumas sessões, a vários meses ou anos, normalmente, numa base semanal ou quinzenal. Em alguns casos, pode demorar décadas. Tudo depende das necessidades, do trabalho terapêutico e do compromisso com a terapia, da mudança e expectativas do paciente.

Terminada a terapia, o paciente e o terapeuta podem concordar em fazer algumas sessões de acompanhamento numa base de seguimento pontuais, para avaliar o progresso do paciente em relação aos problemas que o levaram à terapia.

Para quem?

Como psicóloga clínica e séxologa, utilizo esta abordagem e técnicas para melhorar a capacidade do paciente em lidar com situações diversas. Em seguinda, estão alguns exemplos que podem ajudar a melhor compreender o extenso campo de intervenção clínica:

• Alterações de vida, como a perda de um ente querido ou de um emprego, ou mesmo uma mudança com grave impacto;

• Condições crónicas, como doença e episódios depressivos, a baixa auto-estima, stress generalizado e ansiedade, conflitos e uma vida quotidiana volátil, situações inevitáveis e decisivas;

• Stress no trabalho/esgotamento (burnout);

• Os problemas relacionais e sociais complexos;

• Independência face às relações de dependência; Perturbação de vinculação;

• Luto;

• Situações de crise;

• Patologias físicas e/ou psicológicas graves.

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